23 de nov de 2010

Fotógrafa de apenas 19 anos fotografa para o Maroon 5



Olá pessoal, voltando com o blog depois de um tempinho sem postar. Vamos lá!
Li um entrevista muito legal acerca do novo disco da banda norte americana Maroon 5 - da qual sou fã - e descobri que a responsável pelas fotos do álbum foram f
eitas por uma jovem fotógrafa de apenas 19 anos. Ela apesar de novo, já possui um negócio próprio e daqui pra frente tem planos para sair da casa de seus pais (um dia eu chego lá também!!rsr!!). Seu nome é Rosie Hardy, uma graça por sinal (eu vou!!rsr!!).
Bom e pra conhecer melhor sobre a garota e seu novo trabalho segue a entrevista que ela forneceu ao site oficial da banda no Brasil. Confira aí!!





Em 2010 o Maroon 5 lança seu terceiro álbum de estúdio, o aguardado álbum Hands All Over. Para ilustrar a capa do novo disco do quinteto, foi utilizada a imagem de uma garota sozinha na cama, envolta por 4
braços, fazendo uma alusão ao nome do trabalho. Rosie Hardy, a fotógrafa auto-retratista que criou a imagem, bateu um papo exclusivocom o Maroon 5 Brasil, onde nos contou sobre sua vida, Maroon 5 e os bastidores da icônica imagem, acompanhe:

Nos diga um pouco sobre você e seu trabalho:
Meu nome é Rosie e estou perto de completar 20 anos em alguns meses (uma coisa muito emocionante!), e estou dirigindo meu pequeno negócio de fotografia há menos de 2 anos, desde que eu tinha 17 anos. Muito do meu trabalho pessoal é auto-retratos, incluindo a capa do Maroon 5, no entanto eu faço todos os tipos de fotografia para pagar as contas e amo cada aspecto disso!
Quando estou fotografando, eu tento criar personagens nos retratos que faço, e cada foto dizendo algum tipo de história sobre o personagem.
Quanto a mim, sou Inglesa e atualmente vivo em uma pequena cidade chamada Buxton, a qual é famosa pela sua água mineral (coisa interessante!) Me formei no colegial aos 18 anos e vivi nos EUA por seis meses. Voltei em fevereiro deste ano após uma separação bastante difícil, e desde então só me joguei de volta à minha fotografia, e sem querer soar muito clichê, tem sido uma viagem fantástica!

O que inspira você como fotógrafa?
Ooh, tanto! Claro, existem os fotógrafos lá fora que me inspiram a experimentar e criar melhores fotos e ver o mundo de forma diferente, e depois há as coisas cotidianas, locais e pessoas que conheço que inspiram personagens e cenários no meu trabalho, e provavelmente o mais importante, a comunidade online que tem me inspirado a nunca desistir, e ser gentil com as pessoas que eu não conheço, e me esforçar para seguir ao próximo nível.
Eu tenho tanta sorte de ter o apoio de um grupo fantástico de pessoas, e eu recentemente comecei a fazer oficinas de fotografia e agora eu os conheço e saio com eles também! A internet tem sido fantástica, tenho que agradecer bastante as oportunidades que eu tive!

Como o Maroon 5 chegou ao seu trabalho?
Isto se associa muito bem com o quão maravilhosa a comunidade online tem
sido para mim. Graças aos acessos que meu flickr tem tido com essas pessoas, quando você digita “Hands all over” no Google imagens, uma de minhas fotos mais velhas apareceu na primeira página. Eu na verdade a nomeei “Eu preciso sentir suas mãos sobre mim”, que era a letra de uma música que eu gostava na época.
O empresário da banda viu e me contatou sobre a possibilidade de refazer para ajustar a imagem com a que eles tinham em mente – um pouco mais sexual, com alguma intensidade! No começo eu pensei que era uma fraude (porque sério, não havia como o Maroon 5 querer trabalhar comigo), mas eu fui até o fim de qualquer jeito – e antes que eu percebesse estávamos colocando juntos os toques finais para o álbum! Isso ainda não parece real, eu olho para a capa e eu sei que eu fiz essa foto, mas meu cérebro está lutando para se conectar a magnitude de tudo isso!

Qual foi o conceito por trás da imagem que está na capa da Hands All Over?
A capa foi baseada em torno de uma imagem que eu tirei há anos atrás quando comecei a trabalhar com fotografia. Eles gostaram da idéia de múltiplas mãos envolvendo alguém, e quando fomos ajustar a capa juntos, todos colaboraram para tentar fazer a imagem apropriada para o estilo e mensagem do Maroon 5. É interessante porque há muitas maneiras diferentes de interpretar a capa do álbum, e qualquer um pode tirar dela o que quiser.
Para mim, a imagem representa lembranças, a tristeza de deixar alguém de trás e um f
ogo que uma antiga chama vai deixar que você nunca está totalmente certo de que irá apagar. Já outras pessoas, eles podem interpretá-la completamente diferente. Essa é a beleza de suas músicas,
também – você tira dela o que você precisa sentir.

Você pode nos dizer sobre a criação da imagem?
Eu a tirei com uma Canon 5D MkII e minha lente de 85 mm 1.2, em minha casa. A tiragem de todas as fotos levou cerca de uma hora, foi apenas um caso de unir diferentes poses e combinar as mãos depois na edição. Estava somente eu, ninguém estava lá (isso teria sido realmente estranho) e eu não acho que nenhum dos meus vizinhos tenham me visto brincando no quarto. Pelo menos espero que não!

Você chegou a conhecer a banda? Se sim, como foi a experiência?
Eu não os conheço ainda, mas eu estou realmente animada para isso! Estou indo para Los Angeles em breve e espero ter uma chance de sair (completamente vestida) e jogar dominó ou qualquer coisa que o povo bacana faz.

Você já trabalhou com outros artistas?
Sim, mas não numa escala como esta. Adoro fazer arte de álbum, é raro encontrar um ponto comercial na fotografia que lhe dá liberdade criativa para se divertir! Álbuns e capas de livros. Ambos são muito divert

Onde podemos ver mais do seu trabalho?
No meu site ou meu flickr!
www.rosiehardy.com e http://flickr.com/rosie_hardyidos, eu tive a sorte de trabalhar com Penguin Book Publishers também este ano colaborando na arte da capa.

Se é moda não sei, mas gostei!


Um dia desses me peguei pensando numa combinação legal de roupas pra sair. Mas uma que não fosse ao mesmo tempo muito formal e nem muito relaxa, se é que podemos dizer assim.
E eis que vi um num programa na tv um cara usand
o um colete preto. Ao primeiro olhar pensei que fosse brega, xuleta demais... mas ouvindo a reportagem comecei a gostar do negócio. Sei lá, era a
o mesmo tempo elegante e mas também difere
nte. Segue ai uma foto de uma combinação legal usando a peça. Providenciarei um pra mim

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